Os Tame Impala aterraram esta sexta-feira no NOS Alive e com eles trouxeram os três discos que os colocaram na boca do povo. Este foi a primeira a conseguir cativar bastante o público com as suas investidas.

O segundo dia do NOS Alive foi o primeiro a esgotar os bilhetes. Muito culpa dos Radiohead mas os Tame Impala trouxeram também até ao Passeio Marítimo de Algés uma boa legião de fãs. Com uma atuação muito rápida (sim, nem chegou a uma hora de espetáculo), entre “Currents”, o seu mais recente disco editado no ano passado, e os grandes clássicos da banda australiana, Kevin Parker não dispensou a interação com o público agarrando-o logo de início.

Em “Let it Happen”, onde são ultrapassadas as barreiras do “psicadelismo” até um patamar mais pop, há uma chuva de confétis coloridos embelezando ainda mais o cenário destes longos oito minutos de canção.

“Elephant” fez o público vibrar mais com os seus riffs, “The Less I Know, The Better” e o falsete de Kevin Parker estimulou ainda mais os fãs e “Feel Like We Onlu Go Backwards” brindou-nos com mais confétis e desinibiu as meninas da plateia que ousaram mostrar os seis. Perante as reações do público do sexo feminino, o vocalista diz que “podem tirar a roupa, se quiserem” e termina com um “Ai Portugal, Portugal…”, nós sabemos, somos assim espontâneos, atiramo-nos de cabeça e deixamo-nos levar pelas loucuras que nos passam pela cabeça.

Com vídeos que serviram de cenário, fãs loucas que decidiram mostrar os seios para uma das câmaras, tudo isto envolto nas sonoridades dos Tame Impala, comprovou o delírio instaurado no NOS Alive e vai estar certamente no Top 10 dos melhores espetáculos desta edição do festival.

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