O álbum de estreia de Selma Uamusse foi editado no passado dia 7 de setembro. Com “Mati”, mergulhou nas raízes moçambicanas.

O início do mês de setembro ficou marcado com o lançamento do disco de estreia de Selma Uamusse. De “Mati”, produzido por Jori Collignon, já são conhecidos alguns temas como “Ngno Utana Vuna” e “Mozambique”.

Optimização de conteúdo Foi a “menina do coro” dos Wraygunn. Para além disso, fez participações com Rodrigo Leão, Throes+The Shine, Moullinex, Medeiros/Lucas, Joana Barra Vaz e Octa Push.

Selma explora então o teatro – “Passa-Porte” (André Amálio) e “Ruínas” (António Pires) – e o cinema – “Cabaret Maxime”, o novo filme de Bruno de Almeida.

Numa visita a Moçambique percebeu que, mais do que assumir a tradição moçambicana como sua, era necessário inventar uma outra forma de se relacionar com as suas raízes.

Ainda que a sua relação com o seu país natal seja incompleta ou até imperfeita, ela assume esta ligação como parte da sua verdade. Então, Selma assumiu as letras em changana e em chope. Para além do mais, integrou na sua música instrumentos tradicionais como a tímbilia e a mbira.

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