Para encerrar o ciclo de concertos na Avenida dos Aliados (Porto) dos festejos do São João, os GNR subiram ao palco montado no coração da Invicta e convidaram a Banda Sinfónica da GNR para uma viagem por 35 anos de carreira.

No dia em que Portugal passa aos quartos de final do Euro 2016, graças ao golo de Ricardo Quaresma, coube aos GNR prolongar os festejos. O relógio marcava 23h e ao mesmo tempo que se ouviam as badaladas a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana dá início ao espetáculo. Logo depois desta primeira atuação, Toli César Machado, Jorge Romão, Rui Reininho e os restantes membro do Grupo Novo Rock sobem ao palco.

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“Boa noite Porto…Gal”, é assim que Rui Reininho saúda o povo e se dá início a um espetáculo de pouco mais de hora e meia.

Percorrendo os grandes êxitos que marcaram estas mais de três décadas de carreira, os fãs estavam com o sabor a mel desta vitória da Seleção Portuguesa, deixando de parte o fel de termos passado até então sem ganharmos nada.

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Com as letras todas na ponta da língua e com Reininho a dar dois dedos de conversa de quando em quando com o público, com aquele seu sentido de humor que já nos é tão conhecido, lá fomos viajando por “Efetivamente”, “Nova Gente”, “Asas”. À meia noite em ponto Reininho declarava “Morte ao Sol”,  que “Quero que vá tudo p’ró o Inferno”  e “deitados nas Dunas” partimos para a canção que fechou a primeira parte do espetáculo: “Mais Vale Nunca”. Este tema já tinha sido tocado no início do concerto pelo que Rui Reininho brinca: “Vamos ter que repetir porque não temos mais”.

“Ena, parece uma manifestação (ainda bem)” disse-nos Rui Reininho quando as luzes desvendaram a grande quantidade de gente que se reuniu na Avenida para assistir a este que foi o segundo concerto da banda ali mesmo em frente à Câmara Municipal do Porto.

Gente nova, gente menos nova, gentes com história que, em dia de festejos, optaram por acabar a noite a ouvir aquilo que de melhor se faz em Portugal, com uma dose de bom humor à mistura.

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