Uma semana após a sua morte, David Bowie chega pela primeira vez à primeira posição do top de vendas nos Estados Unidos da América.

Na passada segunda-feira, dia 11 de janeiro, o mundo acordou a com a notícia da morte de David Bowie, um dos maiores ícones da cultura pop, após uma luta contra o cancro de 18 longos meses.

Bowie havia lançado o seu 25º disco, “BlackStar“, na sexta-feira anterior, dia 9, e dois dias antes tinha-nos apresentado “Lazarus“, o single deste novo trabalho, onde o próprio nos diz que vai morrer, deixando todos, até mesmo aqueles que não apreciam as suas canções, de boca aberta com a forma espetacular como o faz no videoclip desta mesma canção. O vídeo de “Lazarus”, numa semana, já ultrapassa as 22 milhões de visualizações no YouTube.

Foi assim que David Bowie conseguiu destronar Adele, e atingiu, pela primeira vez, o primeiro lugar na lista de vendas de música nos Estados Unidos da América, de acordo com os dados publicados este domingo, dia 17 de janeiro, pela revista Billboard, com mais de 181 mile cópias vendidas.

Contudo, esta não é a primeira vez que ele anda pelos tops.”Best of Bowie” teve 94 mil discos vendidos o que o levou a estar no Top 5 e foi com “The Nest Day”, lançado em 2013, que conseguiu atingir a segunda posição, com 85 mil cópias vendidas.

Alguns astrónomos belgas homenagearam Bowie, ao batizar uma constelação com sete estrelas (Sigma Librae, Spica, Zeta Centauri, SAO 204 132, SAO 241 641, Beta Triangulum autrani e Delta Octantis) de “Aladdin Sane“, o nome do álbum que tem como capa uma fotografia onde o cantor aparece com um raio pintado na face.

O tributo foi organizado pelo Observatório Público MIRA, da Bélgica, que escolheu astros que localização numa região próxima a Marte, do ponto de vista terrestre.

David Bowie nunca tinha conseguido atingir a primeira posição, mas de facto “BlackStar“, mostra-nos o melhor deste que era e será sempre conhecido como camelão. Afinal de contas o que é? É Bowie.

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