Márcia, Janeiro, Momo, Kimi Djabaté, Os Compotas e /Lucas, são os artistas que completam o cartaz do Festival dos Museus à Noite, do Belém Art Fest 2018.

A 27 e 28 de julho, está de volta mais uma edição do Belém Art Fest. A organização acabou de anunciar os últimos nomes que fecham então o cartaz da sétima edição.

Márcia, considerada artesã de canções, atua a 28 de julho nos Jardins do Palácio de Belém.

Em 2009 estreou-se com um EP homónimo de apenas cinco temas. No ano seguinte lança “Dá”, que se tornou num pequeno fenómeno de popularidade, com uma nova versão do tema “A Pele Que Há em Mim”, em dueto com JP Simões. Márcia encontra-se neste momento a trabalhar num novo registo de originais.

No mesmo dia, o Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, recebe Janeiro.

O Compositor e músico português, apresentou em 2015 o EP de estreia “Janeiro”, gravado no seu “homestudio” improvisado. Fez notar as suas influências do fado e do jazz, mas também da R&B eletrónica. Passou por alguns dos mais importantes palcos em Portugal, com as participações de Ana Bacalhau e Salvador Sobral.

No final de 2017, lançou o single de apresentação “Canção Para Ti” do novo disco de originais a sair em 2018. Foi convidado por Salvador Sobral para compor um tema para o Festival da Canção 2018. Decidiu interpretar a sua própria canção, que intitulou de “(sem título)”. A 1 de junho de 2018 lançou o LP de estreia, “Fragmentos”.

Momo, alcunha musical de Marcelo Frota, atua dia 28 de julho no Picadeiro Real.

O cantor e compositor traz consigo o mais recente disco “Voá” produzido juntamente com Marcelo Camelo.  Este quinto trabalho inclui então colaborações com Rita Redshoes e com o compositor brasileiro Wado. O artista integra a coletânea “A Tribute to Caetano Veloso” com a música “Alguém Cantando”, ao lado de nomes como Rodrigo Amarante, Beck, Ana Moura e Marcelo Camelo, entre outros.

Juntamente com Wado e Cícero, Momo gravou em Lisboa, em 2013, o trabalho “O Clube”. Então, celebrou o encontro dos três brasileiros com os artistas portugueses Fred Ferreira, Diego Armés, Bernardo Barata e Alexandre Bernardo.

O Museu Nacional de Arqueologia recebe Kimi Djabaté, músico e compositor, oriundo da Guiné-Bissau.

O artista, que veio para Portugal em 1994, continua então ainda dedicado à música com que cresceu no seu país. Contudo, desenvolve o seu trabalho com inúmeras participações e influências internacionais.

Em 2005, lançou o primeiro álbum a solo, “Teriké”. Com o segundo disco, “Karam”, Djabaté retrata África. Tem como tema central as realidades sociais e políticas e uma homenagem ao povo que está no coração da sua música.

Os Compotas são uma banda de “irmãos” que se juntaram ao Groove em 2012. Eles vão espalhar o Funk pelos Jardins do Palácio de Belém.

Da costa sul de Portugal, chegam então a Lisboa fora das suas raízes originais, com uma força inacreditável. Trazem alguns dos maiores clássicos do Funk e novos temas originais que vão poder ser degustados ao vivo.

No Museu da Presidência, /Lucas, uma das metades de Medeiros/Lucas, num concerto a solo de voz e guitarra.

/Lucas é o nome óbvio para a incursão a solo de Pedro Lucas. Ao longo dos anos foi acompanhando caseiramente os seus projectos com composições e exercícios no seu instrumento de eleição.

Sem efeitos, Lucas abraça-se então à guitarra e deixa-se levar por temas que vão das melodias mais simples à improvisação agreste.

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