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Westway LAB ocupa CCVF com vários concertos em 3 dias

Westway LAB
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De 14 a 16 de abril todos os palcos do Centro Cultural Vila Flor ganham vida e enchem-se para receber mais uma edição do Westway LAB Festival. Ivan & The Parazol, The Membranes, Filho da Mãe, My Baby, PAUS e Rui Maia são alguns dos nomes que atuam no festival

Os primeiros concertos do Westway LAB acontecem no dia 14 de abril, às 22h00, no Café Concerto do CCVF. Nesta data serão apresentados os primeiros Showcases que mostram o resultado das residências artísticas que antecederam o festival. Nesta noite sobe também ao palco a banda Ivan & The Parazol. A batida identitária do grupo remete bem para a contemporaneidade do séc. XXI, bebendo influência da new wave dos anos 60 e 70. O som cru, as músicas melódicas, a batida rock’n’roll e todas as coisas que são boas desde o ido ano de 1965, são a impressão digital de Ivan & The Parazol.

Na noite seguinte, às 21h00, o palco do Grande Auditório do CCVF apresenta um desafio proposto pelo Westway LAB no âmbito da criação. A proposta incide sobre o invulgar encontro em palco da lendária banda britânica The Membranes com o BJazz (Convívio Jazz Choir). A base desta atuação centra-se na transformação da música dos The Membranes com a participação do BJazz (Convívio Jazz Choir), que interpretará partituras escritas especialmente estruturadas para este singular momento. Este será o concerto de abertura do cartaz oficial do festival, que nos propõe mais um momento original e imprevisível, caraterística identitária do Westway LAB.

Também no dia 15, às 22h00, a música muda de rumo e desce ao Café Concerto do CCVF para mais atuações. Ao palco sobe uma nova ronda de Showcases que resultam de projetos formados por artistas nacionais e internacionais que estiveram em residência artística no Centro de Criação de Candoso durante mais de uma semana.

No sábado, dia 16, o programa começa às 17h00 com mais uma novidade do festival. O Westway LAB acolhe, no Café Concerto do CCVF, o GIGMIT Stage que apresenta três bandas que responderam a um “open cal” no âmbito do festival. Os três projetos selecionados são: Suzie Stapleton, Sleepwalker’s Station e Fortnight in Florida.

À noite todos os palcos vão dar ao Westway LAB. Às 21h30, o Pequeno Auditório do CCVF acolhe a apresentação de “Mergulho”, de Filho da Mãe. “Mergulho” é permeável à pedra, à terra e à gente que o rodeia, é um disco de Filho da Mãe que transpira espaço e transcende dimensões, imergindo-se no bucólico para o desconstruir num exercício de cubismo sónico, impregnado de efeitos e das reverberações naturais do cenário improvisado pelos Estúdios Sá da Bandeira.

O festival prossegue no palco do Grande Auditório do CCVF, às 22h30, onde atuam duas bandas que prometem levar à loucura o público do Westway LAB. Primeiro atuam os MY BABY, trio proveniente da Holanda. Os My Baby têm a capacidade inata de agarrar uma plateia do princípio ao fim com um som potente e eletrizante, que é a imagem de marca com que carimbam os concertos. Com dois álbuns editados, a banda reúne já um notável conjunto de fiéis seguidores, dispostos a percorrer longas distâncias para os poder ver, ao vivo, com o êxtase a que já os habituaram.

A banda que se segue é já bem conhecida. PAUS é a força rítmica de um quarteto apostado em fazer suar quem assiste na plateia. Não há muito por onde escapar quando se dá o encontro da bateria siamesa, guitarras, teclados e vozes em uníssono. É mesmo para suar. Com um EP e três discos, o grupo conquista o público nacional e internacional através de um espetáculo físico.

Com o espírito já bem animado depois da maratona de concertos, o festival encerra em puro clima de festa com um Live Act de Rui Maia no Café Concerto do CCVF para dançar até de madrugada. Rui Maia apresenta no Westway LAB, pela primeira vez ao vivo, o seu álbum de estreia em nome próprio, “Fractured Music”, com lançamento agendado para 11 de abril. Esta atuação é igualmente marcada pelo seu “Trinity of Thunder” EP (2015), editado na sua recentemente criada Belong Records, contando desde já com o apoio de nomes como Laurent Garnier, Bottin, Lauren Flax, Tensnake ou Kasper Bjorke. Para encerrar a edição de 2016 do Westway LAB, Rui Maia apresenta-se ao vivo em formato DJ Set e Live Act, onde se faz acompanhar por uma série de sintetizadores e instrumentos eletrónicos. Há muita música a acontecer neste festival. Ainda bem.

Os bilhetes para os concertos do Westway LAB podem ser adquiridos na bilheteira do Centro Cultural Vila Flor, Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten, entidades aderentes da Bilheteira Online, e via online em www.ccvf.pt e oficina.bol.pt. Através de um passe geral no valor de 15,00 euros é possível assistir a todos os concertos que terão lugar nos dias 15 e 16 de abril. Os Showcases e o GIGMIT Stage têm entrada livre.

Toda a informação relativa ao Westway LAB encontra-se disponível em www.ccvf.pt, bem como no site do evento: www.westwaylabfestival.com.

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