Chamam-lhe Pai. Dizem que foi o Berço. Tem já tantas vidas que mais parece gato. Mas, no final, tudo se resume ao nome de uma pacata aldeia e à persistência de um Senhor que também era Doutor e que gostava de música e de juntar gente para a ouvir e ver: Vilar de Mouros.

Tudo aconteceu quando o Doutor António Augusto Barge decidiu casar as suas duas paixões: a música e o Minho. Foi assim, sob o mote “Cultura e juventude ao serviço de todos” que nasceu o Festival Vilar de Mouros, em 1965.

Desde esses dias até 2016, é sobejamente conhecida a história do mais icónico dos Festivais em Portugal: como cresceu, o quanto se elevou, a forma como se impôs, mas também as vezes que tombou. Curiosamente, nunca se perdeu, nem desapareceu. Porque é o Festival Vilar de Mouros, o Festival de todos os Festivais. O principio de tudo, portanto.

Valioso como é, exige ser estimado por quem nele trabalha. Quer receber Artistas emblemáticos. Quer sentir o pulsar do público que vibra com a música. Quer ser homenageado pelas romarias que escolhem a beleza de Vilar de Mouros como destino para a festa.

Porque sabemos tudo isto, será assim mesmo este Festival Vilar de Mouros.

Um Festival com identidade.

Um Festival em que os Artistas e o público importam em igual medida.

Um Festival que desafia os sentidos e valoriza a cultura e gastronomia locais.

“Cultura e juventude ao serviço de todos” será também o nosso mote. Para nos guiar.

Neste ano em que celebra o 50º aniversário, nasce o Festival Vilar de Mouros.

E como gritou o Doutor Barge em 1982, queremos em Vilar de Mouros “…loucura, loucura controlada !..”.

Temos Festival.

Vilar de Mouros Cartaz

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