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Três Bairros apresentam álbum de estreia

Três Bairros
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“O Turno da Noite” é o álbum de estreia dos Três Bairros, um trio composto por Guilherme Madeira, Ricardo Gama e João Correia a ser editado a 13 de outubro.

Conheceram-se em Santarém – Guilherme e João enquanto estudantes e Ricardo professor de música no Conservatório local – o gosto pela música portuguesa, com destaque para o fado, levou-os a pôr de pé este projecto em 2015. São oriundos de Mértola, Sintra e Santarém respectivamente, daí o nome Três Bairros – que é também o nome de um dos mais belos fados tradicionais.

Em dois anos, o trio consolidou a sua estética musical, construiu um reportório com temas tradicionais do fado e da música portuguesa, bem como temas originais que rodou em concertos por várias salas do país, antes de se abalançar para a gravação de um disco.

“O Turno da Noite” surge assim, maturado naturalmente pelo trabalho sério e ao mesmo tempo divertido, a que se junta a genuinidade de cada músico.

Dos treze temas que integram “O Turno da Noite”, oito são originais, da responsabilidade do trio. Dos temas restantes, dois são fados: o fado Alfacinha a saborear com quadras de Fernando Pessoa e “Meu Amor vem ver o rio” – letra de Carminho para um fado composto pelo Mestre Fernando Alvim com quem o guitarrista Ricardo Gama tocou durante vários anos.

O Alentejo do Guilherme Madeira marca presença com “Rosa à Janela” do grupo “Baile Popular”, música de João Gil/Rui Veloso, com letra de João Monge. Admiradores incondicionais dos Xutos e Pontapés recriam neste trabalho o tema “Conta-me Histórias” e enquanto seguidores natos da obra de Jorge Palma acharam por bem encerrar o disco com o belíssimo tema “O meu amor existe”.

Em “O Turno da Noite”, os sonhos trocam-se por sensações mas o amor é levado a sério ou a brincar como em “Grilo Coceirão”, “Miúda do Café, “Anda lá, casa comigo” e o Tejo que corre em Santarém chega a Lisboa num belo poema de Mário Rui: “Apeteceu-me partir/Deixar o mundo e fugir/Pelo Tejo até Lisboa/Entrar na minha cidade/Toda pintada a saudade/Como um quadro de Malhoa”.

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