A 30 de outubro será lançada em CD, vinil, digital e em formatos de alta resolução a caixa “The Rolling Stones In Mono” (15 CD ou 16 vinis), que compreende o período discográfico que começa em 1964, com o álbum homónimo, e vai até 1969, com “Let It Bleed”.

“The Rolling Stones In Mono” reúne todo o trabalho de estúdio da banda durante os anos 1960, sendo que muitos dos temas serão disponibilizados em mono digitalmente pela primeira vez na história. Durante esta época era dado um grande cuidado ao trabalho de misturas em mono, que vendiam muito mais que as versões stereo dos mesmos discos.

Dividida em 14 álbuns, incluindo “Stray Cats”, uma nova coletânea de singles que não entraram em LPs e temas de EPs, “The Rolling Stones In Mono” contém lançamentos chave das discografias da banda nos EUA e Reino Unido. “Stray Cats”, disponível num só CD ou num duplo LP, acaba por unir muitas das pontas soltas desta fase do grupo.

Inclui, por exemplo, duas versões do supracitado “Poison Ivy”, o sucesso “Money” (de Barrett Strong, original de 1959), bem como “Fortune Teller”. Outras raridades incluem “Com Le Mie Lacrime”, uma versão de “As Tears Go By” cantada em italiano, “Stoned” (o lado-b instrumental de “I Wanna Be Your Man”) e uma nova versão de “I’ve Been Loving You Too Long”, de Otis Redding.

Em 1967 o stereo acabou por se tornar o formato dominante. Daí que muitas das versões mono dos lançamentos dos Stones do final da década sejam extremamente raras e procuradas pelos fãs, sendo que não foram editadas em todo o mundo.

Quando a transição do analógico para o digital se inicio nos anos 1980, com o advento do CD, as versões stereo das canções eram, muitas vezes, as únicas que eram reeditadas em novos formatos. Dos 186 temas que se encontram em “The Rolling Stones In Mono”, 58 são editados pela primeira vez em formato digital (CD/download/streaming).

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