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“Terracotta Army, Guerreiros de Xian”: Da China a Portugal

Terracotta Army, Guerreiros de Xian
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Diretamente de Xian para Portugal, figuras do “Terracotta Army, Guerreiros de Xian” em exibição no Centro de Congressos Alfândega do Porto.

Cada vez mais o nosso país recebe a cultura chinesa das mais diversas formas. Seja em bazares chineses, em restaurantes, é uma cultura que se está a implementar aqui e até a difundir-se com a nossa. Assim, a exposição “Terracotta Army, Guerreiros de Xian”, no Centro de Congressos da Alfândega (Porto), traz-nos um pouco da cultura militar chinesa numa mostra que já percorreu várias cidades europeias.

Aberta ao público desde o dia 26 de setembro, a exposição, que já percorreu algumas cidades europeias, conta com mais de 150 reproduções, em tamanho real, do exército Terracotta do Primeiro Imperador autoproclamado da China da Dinastia Qin, Qin Shi Huang. Ele animou e desenvolveu uma Nova China, unificando-a e trazendo-a para uma nova forma de fazer a guerra e a política.

Este achado foi feito por mero acaso, quando um grupo de agricultores estava a escavar afim de construir um poço de água em março de 1975. Com medo das expropriações e demais problemas que esta descoberta lhes pudesse trazer, ficou tudo em segredo dos Deuses por cerca de dois anos até que se iniciaram as escavações para documentar o que se havia encontrado.

Mais de 8000 figuras, onde estão incluídas armas como as bestas, as lanças, espadas e machados, carruagens, cavalos, soldados, generais e até o próprio imperador foram encontradas neste fosso. Qin Shi Huang ordenou que fossem enterradas estas figuras feitas ao pormenor para que os acompanhassem na vida para além da morte.

Fotografias: Bruno Ferreira

Cabelos diferentes, estaturas e formas corporais, bigodes, pinturas, tudo ao mais ínfimo pormenor. Aquando deste achado, algumas das figuras estavam destruídas pelo que foi feito um trabalho minucioso pelos responsáveis chineses de reconstrução. Foram analisados todos os detritos, todas as peças e estudadas para que, quando fossem montados estes “puzzles”, as peças seriam as que realmente pertenciam a cada figura.

Para além de se poder ver de perto as réplicas, visto que as originais não podem sair da China, podemos ainda assistir a um documentário com o selo do National Geographic, onde nos mostra e documenta toda a história por detrás deste achado arqueológico.

Contudo, existe também uma área dedicada às crianças, através de um Atelier de Arqueologia, onde, tanto miúdos como graúdos, terão acesso aos métodos de descoberta e preservação de achados arqueológicos mas também terão contato direto com o mandarim.

A exposição estará patente no edifício da Alfândega do Porto até dia 11 de janeiro de 2016.

Os bilhetes estão à venda na bilheteira da exposição e existem preços especiais e packs de entradas para famílias para que ninguém seja excluída nesta visita. Para mais informações sobre esta exposição clique aqui.

Imagem/Edição: Mónica Ferreira
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