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Sabaton regressam a Portugal

Sabaton
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“The Last Stand”, o novo disco dos SABATON, dá o mote para a digressão mais extensa de sempre dos suecos, que regressam a Portugal a 20 de janeiro. Com os lendários ACCEPT como suporte, juntam-se no palco do Coliseu do Porto duas gerações de heavy metal.

No dia 20 de janeiro, os suecos Sabaton e os germânicos Accept vão subir ao palco do Coliseu do Porto e a Invicta vai ser palco da muito salutar união de duas gerações distintas do heavy metal mais tradicional, representadas nesta ocasião por dois dos nomes mais icónicos e emblemáticos de que há memória no espectro do som eterno em muito, muito tempo. Dois porta-estandartes de uma tendência resistente, que por esta altura é muito mais um estilo de vida do que “apenas” um género musical.

Apanhando o comboio guiado pelos Hammerfall e quejandos, que provaram a validade do heavy metal numa altura em que toda a gente, à exceção dos indefetíveis, davam a tendência como morta e enterrada, os suecos SABATON surgiram em cena mesmo na viragem para o novo milénio. No espaço de uma década, transformaram-se num dos maiores sucessos que o movimento tem hoje para apresentar. Apoiados em álbuns aplaudidos de forma universal como «The Art Of War» e «Carolus Rex», numa ética de trabalho verdadeiramente impressionante – só durante 2007 deram cerca de 80 concertos em mais de 20 países – e em espetáculos verdadeiramente arrebatadores, ofuscaram rapidamente toda a competição.

Hoje são já uma das maiores bandas dentro do género em que se movem, esgotando salas cada vez maiores em nome próprio e atuando em muitos dos eventos de referência do metal, reiterando a ideia de que o plano de conquista mundial tem dado os frutos – e que o crescimento de que têm vindo a gozar não mostra sinais de abrandamento. Como é que uma banda destas pode subir ainda mais alto? Foi com essa questão que Joakin Brodén, Pär Sundström e companhia se viram confrontados na ressaca do sucesso de «Heroes».

Já com um Golden God Award na bagagem, ficaram a matutar na pergunta e a resposta surge agora na forma de «The Last Stand». Com data de edição apontada para 18 de Agosto de 2016, esta coleção de hinos épicos de heavy/power metal, apoiados nos riffs de guitarra ultra-poderosos, na percussão contundente, em refrões antémicos e solos mirabolantes, é uma prova irrefutável, e anti-bala, do nível superior que os SABATON habitam.

Formados ainda na década de 60, os alemães ACCEPT já têm o seu nome inscrito no panteão do som eterno. Em evolução nos 70s, sobreviveram à explosão de popularidade durante a década seguinte e, tendo como apoio uma sequência de discos clássicos – entre o seu fundo de catálogo figuram títulos incontornáveis como «Balls To The Wall» e «Metal Heart» –, tornaram-se uma das referências do heavy metal alemão. Liderados pelo carismático Udo Dirkschneider, partiram então à conquista do mundo – e só pararam quando, a meio dos 90s, o interesse em relação ao que faziam começou a diminuir e a sua carreira começou a parecer uma sequência de falsas partidas.

É verdade que, no mundo da música pesada, poucas foram as bandas que tiveram oportunidade de celebrar o seu sucesso mais que uma vez, mas foi precisamente isso que os músicos liderados pela dupla formada pelo guitarrista Wolf Hoffmann e pelo baixista Peter Baltes conseguiu há seis anos, com um “álbum de regresso” que deixou muito boa gente de queixo caído.

Com Mark Tornillo a preencher de forma surpreendente o lugar deixado vago por Udo atrás do microfone, «Blood Of The Nations» subiu às tabelas de vendas um pouco por todo o lado, destacando-se o #4 na Alemanha. Foi aí que começou a marcha para a segunda vitória, cimentada por discos, «Stalingrad», «Blood Of The Nations» e «Blind Rage»», de qualidade superior, que mantiveram a fasquia bem alta, atingindo vendas na casa das centenas de milhar e permitindo-lhes fazerem tours mundiais esgotadas perante audiências totalmente rendidas ao seu heavy metal. Poucos foram os grupos que, ao longo dos anos, conseguiram reescrever a história, mas isso só reforça a ideia de que estes teutonic terrors mantêm o mesmo vigor que tinham quando surgiram em cena.

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