A Praia do Cabedelo recebeu mais uma edição do MEO Marés Vivas. Foy Vance e Kelis foram as primeiras atuações da noite mas foi Sir Elton John que trouxe um mar de gente ao festival.

Às 17h horas, o MEO Marés Vivas abriu as suas portas para receber um público diversificado ou não conseguisse este ia combinar novos e velhos, pais e filhos com os nomes anunciados. Foy Vance foi o primeiro a estrear o palco principal da edição de 2016 e amornou a plateia para o Sir que se seguia: Elton John.

Foy Vance

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Com a pontualidade britânica em cima da mesa, Elton John subiu ao Palco MEO dois minutos da hora prevista e deu início ao concerto com “The Bitch is Back”, muito à semelhança daquilo que tem feito na digressão de promoção de “Wonderful Crazy Night”, o último disco de originais lançado em fevereiro deste ano.

“Bennie and the Jets” leva-nos a 19723, “Blues” a 1986 e do nada já estávamos em 2016 com “Looking Up”. Com um alinhamento que englobava o antigo e o novo, não faltaram os clássicos “Rocket Man”, “Daniel”, “Goodbye Yellow BrickRoad” e “Your Song”.

É de conhecimento geral que Elton John tem algum gosto pelo futebol e, assim sendo, dirigiu-se à primeira fila onde pediu emprestada uma bandeira de Portugal que fez questão de erguer e tocar com ela aos ombros, soltando um breve “Champions”.

Remámos até 1970 com “Burn Down The Mission”, uma “rockalhada” à maneira que provou a tudo e todos que o Sir de 69 anos está aí para as curvas.

Para o encore ficaram guardados os temas míticos: “Candle in the Wind” – dedicada homenagem à Princesa Diana – e “Crocodile Rock” que meteu novos e velhos a dançar como se não houvesse amanhã.

Havia muita gente que rumou até à Praia do Cabedelo com a esperança de ouvir “Can You Feel The Love Tonight” mas o artista inglês não lhes fez a vontade mas não deixou de ser um espetáculo bastante forte, com cerca de 20 temas no alinhamento e duas horas de música non stop. Querido Elton John, nós conseguimos sentir tudo.

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