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MEO Marés Vivas 2017: Música, emoção, Ação!

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O MEO Marés Vivas arrancou esta sexta-feira com Diogo Piçarra, Tom Chaplin, Bastille e Agir no palco principal.

As portas do MEO Marés Vivas 2017 abriram-se esta sexta-feira para receber, durante três dias, música, animação, diversão e muito calor. Pelas 16h deu-se o tiro de partida para as correrias até às primeiras filas do palco principal.

Antes de se iniciarem as andanças pelo Palco MEO, coube aos Quatro e Meia e ao Souls of Fire darem música aos festivaleiros pelo Palco Santa Casa, logo ali à entrada do recinto. Para os festivaleiros não houve tempos mortos. Havia diversos stands com desafios que davam origem aos demais brindes.

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Sem darmos conta, o relógio já marcava 20h15 e Diogo Piçarra inaugura oficialmente a 15ª edição do MEO Marés Vivas. Com ele ninguém para um segundo mas foi com “Tu e Eu”, “Já Não Falamos” – onde desce um pouco à primeira fila – e “Wall of Love” que nos agarrou sem dó nem piedade.

Jimmy P subiu ao palco neste final de tarde para acompanhar Piçarra em “Entre as Estrelas”. “Dialeto” foi o “beijo de despedida” e deixou muitos fãs em pleno êxtase depois de um concerto adornado com um pôr de sol à beira rio de cortar a respiração.

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Tom Chaplin veio ao Marés Vivas com um alinhamento que viveu dos Keane. Aquele menino gordito, com uma voz poderosa, está hoje de cabelos brancos, em forma, e com a mesma potência e na voz. Com apenas um disco lançado no ano passado, intitulado “The Wave”, Chaplin tinha que fazer render o seu peixe. Se o público se importou? Pela forma como cantaram “Bend and Break”, “Everybody is Changing” e “Somewhere Only We Know” não se importaram nadinha!

Cantou, gingou enrolado na bandeira portuguesa, mas foi na reta final que deu o tudo por tudo, atirando-nos com temas como “Quicksand”, “Somewhere Only We Know” e “Sovereign Light Café”. Apesar de ter vindo à Praia do Cabedelo desfilar os grandes êxitos dos Keane, o público apreciou esta viagem ao passado e uniu as vozes, formando um coro irrepreensível ao lado de Chaplin. Quiçá, é esta a receita perfeita para agarrar desde logo o público e garantir o sucesso de um espetáculo.

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Seguiram-se os Bastille, os derradeiros cabeças de cartaz deste primeiro dia e foram o motivo de muitas das pessoas (para não dizer todas) rumarem até à Praia do Cabedelo. Para Dan Smith, o vocalista, era dia de soprar as velas e por isso mesmo teve direito a bolo e parabéns – foram 31 anos! Só não se sabia que seria em Playback.

Chegaram e sem medos nem vergonhas começaram arrancaram com “Send Them Off!” e assim que terminou, o público fez a primeira investida de cantar os parabéns ao vocalista mas não teve grande sucesso. A banda ignorou os fãs e passou logo para “Laura Palmer” e então depois é que se desfez em sorrisos e agradeceu o carinho de todos aqueles que ali estavam. Deu-nos “Flaws” mas mesmo no meio do público – e rodeado de vários seguranças.

Fizeram ainda parte do alinhamento “Things We Lost in The Fire”, “Good Grief” e “Bad Blood” e, após este desfilar de êxitos, surge no ecrã gigante ao fundo do palco e nas laterais uma fotografia de um “menino fofinho” a soprar cinco velas. Quem era? Já se sabe! A banda, em conjunto com o público, cantaram os parabéns de forma oficial em inglês e não houve quem não se emocionasse.

Até ao concerto parar para se cantarem os parabéns houve “Things We Lost in The Fire”, a energética “Good Grief” e o êxito que dá o nome ao primeiro álbum, “Bad Blood”. Seguiu-se “Of The Night”, uma versão de “Rythm of The Night” – original de Corona -,  aquele hit que em plena década de 90 levava qualquer um a dar à anca (e bem!). Os Bastille sabem o que fazem: ora conseguem por todos eufóricos e alegres ora deixam-nos com a lágrima no canto do olho, como aconteceu em “Two Evils”.

Se alguém pensava que vinha para cá para não sair do sítio e ficar quietinho enganou-se. Com os britânicos isso não foi nem é possível e até as bancadas levantaram-se em peso e fizeram a festa. Com “Pompeii”, os festivaleiros meteram o cansaço de lado e pularam e dançaram com Dan que num outro momento passeou-se entre os fãs suspenso. Sim, um verdadeiro”Walking on Air”.

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O primeiro dia do MEO Marés Vivas 2017 começou em português e acabou em português com Agir. Era perto da uma da madrugada quando Bernardo subiu ao palco principal para dar aos fãs – que não arredaram o pé dali – os seus maiores hits como “Tempo é Dinheiro”, “Como Ela é Bela” e “Parte-me o Pescoço” – guardadinhos para o encore.

Agir tinha ali uma plateia que juntava diferentes géneros mas a verdade é que as meninas sobressaíram sempre, principalmente no que toca aos coros. Aqui nunca faltou energia tal como nos outros espetáculos anteriores. O público do norte sabe bem receber, não sabe? (Claro que sim!). Não se ouviu “quero ouvir essas palmas”, ou “façam comigo”, os festivaleiros davam tudo sem ser pedir seja o que fosse.

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Contudo, o MEO Marés Vivas 2017 não se fez só de músico. Ali pela zona da entrada, no Palco RTP Comédia, passaram humoristas como Fábio Pascoal, Joel Santos, Ricardo Couto e Eduardo Madeira. Este último foi o protagonista da noite e que levou a maior enchente de pessoas até esta esta apesar de terem sido todos de partir o coco a rir com os seus espetáculos de stand-up.


Texto: Mónica Ferreira
Fotografias: Bruno Ferreira

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