A exposição “Lugares In(visíveis)”, patente de 1 de abril a 3 de setembro, na Casa do Território, no Parque da Devesa,  dá a conhecer a história, memória e identidade de espaços únicos do património histórico famalicense.

A mostra, comemorativa do quinto aniversário da criação da Rede de Museus do concelho, pode ser visitada até ao dia 3 de setembro e é, na opinião do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, uma porta de entrada para os 13 museus do concelho.

“Para além de criar condições para que cada vez mais pessoas se sintam atraídas pelo espólio de cada um dos nossos museus, é também importante que com esta exposição as pessoas percebam que são treze realidades diferentes, mas com pontos comuns”, referiu.

Paulo Cunha aproveitou ainda a inauguração da exposição para referir que há espaço para mais museus em Famalicão e para traçar um balanço positivo dos cinco anos da Rede de Museus. “Felizmente o processo está a ser bem-sucedido. Há um grande empenho e espírito de entreajuda entre os vários espaços e só assim é possível que cada museu saia da sua concha e crie condições para que a sua relação com os outros museus seja proveitosa para a comunidade”.

Recorde-se que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão foi criada a 26 de novembro de 2012 com o objetivo de preservar e valorizar os treze espaços museológicos do concelho.

A Rede de Museus é composta pelos seguintes espaços: Museu Cívico e Religioso de Mouquim, Casa-Museu Soledade Malvar, Museu de Arte Sacra de São Tiago de Antas, Museu de Arte Sacra (Capela da Lapa), Museu da Indústria Têxtil, Museu da Guerra Colonial, Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado e Nine, Museu da Confraria da Senhora do Carmo de Lemenhe, Casa-Museu Camilo Castelo Branco, Museu do Surrealismo da Fundação Cupertino de Miranda, Museu de Cerâmica da Fundação Castro Alves, Museu Bernardino Machado e Museu do Automóvel.

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