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Laurus Nobilis Music celebra Metal com Bizarra Locomotiva e Moonspell

Laurus
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A primeira noite do Laurus Nobilis Music é sempre dedicada à música mais “pesada” e este ano contou com um cartaz de luxo. Via Sacra, Quinteto Explosivo, Bizarra Locomotiva, Moonspell foram as bandas que atuatam esta sexta-feira em Vila Nova de Famalicão e a noite terminou com o DJ António Freitas.

Ainda os espetáculos não tinham começado e as pessoas já chegavam aos poucos e poucos para reservarem um lugar mesmo na frente do palco. Por volta das 19h, os Via Sacra, naturais de Vila Nova de Famalicão, inauguraram o Palco Laurus onde nos apresentaram o seu primeiro disco, “The Roads”, enchendo todo o recinto com o seu rock gótico com um “cheirinho” a blues.

A seguir, por volta das 20h20, o já tão conhecido Quinteto Explosivo subiu ao palco e começou a “explodir” com o festival com o seu Rock N Roll/Rock Alternativo cantado em português. Para quem não os conhecia, o que é difícil tendo em conta que este género musical é considerado de nicho, assim que os músicos subiram ao palco deparámo-nos com caras conhecidas. Pois é, alguns dos membros fizeram e fazem parte de outros grupos como Homens da Luta, Comme Restus e Noidz. Foi uma fusão de estilos e estéticas num espetáculo recheado de pirotecnia, com muito rock à antiga e boas energias.

21h40, as pessoas não paravam de chegar mas desta vez já quase que corriam em direção ao palco seguindo os sons de Bizarra Locomotiva. Com 22 anos de carreira, trouxeram-nos um alinhamento composto curiosamente por 22 canções que viajam por alguns dos discos mais emblemáticos da banda mas com maior insistência em “Mortuário”, o seu último disco lançado no ano passado.

De tronco nu, com os membros inferiores enrolados em plástico preto, Rui Sidónio (vocalista) sobe ao palco e dá sinal de partida da Locomotiva com “Na Febre de Ícaro”. Ao terceiro tema, houve alguns problemas técnicos mas como Sidónio tinha a certeza que o espetáculo ia recomeçar, decidiu fazê-lo junto dos fãs. Não, não fez crowd surfing, apenas se sentou nas grades enquanto cantou “Buraco Negro” e chegou mesmo a ultrapassar a barreira e ir cantar para o meio do público. Ao contrário dos outros espetáculos não foram seguranças a correr, formar um círculo fechado para o proteger e sabem porquê? Porque as pessoas respeitam-se e não ultrapassam os limites neste tipo de concerto. Claro que houve uns moches mas nada de coisas agressivas.

Já na reta final da atuação, Fernando Ribeiro é convidado a subir ao palco com os Bizarra Locomotiva, onde interpreta ao lado de Rui “Anjo Exilado. Quem também subiu ao palco e apanhou a Locomotiva foi a Muffy dos Karbonsoul, um feito inédito.

Bizarra

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Quase duas horas depois, uma dorzita aqui e acolá no pescoço, mas nada de grave, a noite continuou com os Moonspell. O concerto começou com “Breathe (Until We Are No More)”, o tema que abre “Extinct”, o último disco da banda lançado em 2015, e do nada já estávamos algures em 1996, com “Opium”.

Em “Em Nome do Medo”, um canção também bastante conhecida  do disco “Alpha Noir/Omega White” (2012), Rui Sidónio subiu ao palco vestido com um fato de plástico branco e com uma máscara e óculos, onde interpretou ao lado de Fernando Ribeiro, mostrando uma verdadeira cumplicidade.

Para terminar a primeira parte do espetáculo, ou não tivesse o público todo começado a gritar “Portugal, Portugal”, Fernando Ribeiro celebra finalmente junto do seu povo a vitória de Portugal no Euro 2016 com “Alma Mater”. Ergeu durante a canção uma bandeira atirada por uma pessoa da plateia com a bandeira do nosso país com o escudo amarelo substituído por um pentagrama e com “Alma Mater” impresso.

“Invaded” e “Foolmoon Madness” ficaram guardadas para o encore e os Moonspell despedem-se de nós, gratos por todo o carinho que receberam nesta sexta-feira.

A festa continuou noite dentro com a atuação do DJ António Freitas que continuou a dar ao Laurus Nobilis Music mais música “pesada”.

Moonspell

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Texto: Mónica Ferreira
Fotografias: Bruno Ferreira

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