Os Kodaline voltaram este ano a Portugal mas desta vez para um concerto arrebatador no NOS Alive que deixou os fãs em completo delírio.

Há dois anos os Kodaline pisavam pela primeira vez o palco do NOS Alive e em 2017 voltaram ao festival com dois discos na bagagem prontos para serem atirados a um público que mostrava conhecer bem a banda.

Ainda faltavam alguns minutos para os Kodaline subirem ao Palco NOS e a produção decidiu brincar um pouco com o público. Nos ecrãs gigantes puderam-se encontrar todo o mais variado tipo de fãs. Bandeiras, camisolas, cartazes, havia de tudo nesta plateia que estava decidida a vibrar com a banda de Dublin que subiu ao palco com um atraso de cerca de 10 minutos. De sorriso de orelha a orelha, fãs e banda uniram as vozes para cantar alguns dos maiores sucessos do grupo. As pessoas estavam ao rubro.

Dançavam, gingavam, apertavam-se uns contra os outros, quase que como uma tentativa de chegar bem perto de Steve Garrigan (voz, guitarra, teclados, bandolim e harmónica), Mark Prendergast (guitarra, voz secundária e teclados), Vinny May (bateria e percursão) e Jason Boland (baixo e voz secundária).

Ainda mesmo no início, alguém da plateia atira uma bandeira de Portugal que chega até ao palco – algo que tem vindo a ser habitual nos concertos de Kodaline por cá – e Steve Garrigan não hesita em passear-se com ela enquanto nos fala a cantar. O orgulho é geral. Ver o amor e carinho que a banda tem por nós, pelos seus fãs destas bandas, enche-nos emoção.

No alinhamento desta noite estavam incluídas algumas das canções mais conhecidas do público em geral como “Love Like This” e “Brand New Day” que fizeram subir as tensões. Contudo, ainda houve espaço para novidades. Os Kodaline trouxeram até nós “Brother”, o single que antecipa o terceiro disco da banda, para depois, e sem demoras, partirmos para “High Hopes”, “Raging” e terminarmos com “All I Want” – isto com a multidão sempre a acompanhar estes meninos.

Os Kodaline despediram-se de nós com um “Divirtam-se no festival” e, depois de nos elogiar e apelidar de fantásticos, deixam-nos com a promessa de voltarem cá. Na verdade o concerto acontece já no final do ano, em novembro.

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Texto: Hugo Sousa
Fotografias: Pedro Raimundo

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