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Coliseu do Porto sucumbe aos eternos jovens Alphaville

Alphaville
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Depois de Lisboa, foi a vez do Coliseu do Porto receberem os Alphaville para uma viagem pelos grandes êxitos construídos numa carreira de três décadas.

Sábado à noite e as imediações do Coliseu do Porto já estavam num frenesim não só de fim de semana mas também por ser dia de Alhpaville mesmo no coração da Invicta.

Com cerca de quinze minutos de atraso, Marion Gold, frontman dos Alphaville, deu o pontapé de saída com um “Bem-vindos ao concerto” e começaram-se a ouvir os primeiros acordes de “Homeos”. Em palco estavam Carsten Brocker, Dave Goodes, Jakob Kiersch e Alezandra Merl a acompanharem Gold neste espetáculo de quase duas horas.

O som estava demasiado alto – algo já habitual nesta sala infelizmente – mas todos tinham a certeza que estavam a entrar numa viagem pelos maiores sucessos da banda alemã. Ouviu-se “I Die for You Tonight”, “Heartbreak” e “Rendezvoyer” que aqueceram bem o público para a afamada “Big in Japan”. Vermelho e símbolos japoneses nas telas, um Coliseu ao rubro mas ainda muito colado às cadeiras. Ainda que seja de 1984 – e o primeiro single da banda – Gold desabada que é uma canção que ainda gostam de tocar apesar dos anos que já soma.

“Dance With Me” e “Heaven On Earth” fizeram também parte do alinhamento desta noite. Até então, o público estava a desfrutar tanto quanto os músicos que estavam naquele palco com a benesse de estarem mais calmos. Sim, Marion Gold já apresentava alguns sinais de cansaço mas nunca descurando a sua prestação, assim como os restantes músicos.

O momento que se seguia era algo psicadélico, estávamos prestes a entrar quando que numa instância alternativa. Gold introduz-nos “Nevermore” com um discurso que já nos deixava antever o que se seguia: “Por vezes, temos que optar entre o bem e o mal e, às vezes, deixamos que escolham por nós”.

Para a reta final da primeira parte do concerto ficaram dois outros grandes sucessos da carreira dos alemães: “Sounds Like a Melody” que descolou em peso o Coliseu das cadeiras, levantou telemóveis e demais dispositivos tecnológicos para gravar este momento. Foi sem dúvida um dos momentos mais apreciados e aguardados pelo público nortenho. E, para encerrar em beleza, ouviu-se “Forever Young”. O público não hesitou nem por um momento em emprestar as suas vozes e formou um coro exemplar como já é habitual. O vocalista mostrou-se agradecia e enaltecido com tal empenho e dedicação daqueles fãs que estavam empenhados a mostrar o seu apreço pela banda.

Com o povo todo de pé, palmas, bater os pés no chão, o que queriam era mais e mais, e eles deram-nos “The Jet Set”, “Monkey In The Moon” e “Beyond The Laughing Sky” no encore.

Os Alphaville são uma banda com energia, com boas vibes, que estão ali com a meta de nos divertirem e fazerem-nos passar um belíssimo serão. Se conseguiram? Sem sombra de dúvidas.

Alphaville

Para acederes à galeria completa clica aqui.

Texto: Mónica Ferreira
Fotografias: Bruno Ferreira

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