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Coliseu do Porto bailou com “Instinto” de Mickael Carreira

Mickael Carreira
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Mickael Carreira fechou a digressão com um espetáculo no Coliseu do Porto esta sexta-feira, dia em que o seu novo disco, “Instinto”, foi lançado. Para além de ter posto a Invicta a bailar com os seus êxitos, aproveitou a sua passagem por cá para fazer algumas revelações.

Assim que se entrou no Coliseu do Porto, deparamo-nos com um cenário estranho para um concerto de um membro da família Carreira, em especial os mais novos: cadeiras. Sim, nós iríamos assistir (supostamente) ao espetáculo de Mickael Carreira sentadinhos, confortáveis e tal. Contudo, da teoria à prática ainda vai alguma distância.

Com cerca de meia hora de atraso, as luzes da sala desligaram-se e começou a ouvir-se os primeiros acordes de um tema que já nos é conhecido. As cortinas abrem-se e temos ali à nossa frente um cronómetro em contagem decrescente. “Fácil”, o primeiro single extraído de “Instinto”, rebenta e Mickael entra em campo, que é como quem diz, em palco. De imediato o povo levantou-se desatando tudo aos gritos e parece que houve uma espécie de alerta para que todos erguessem os seus demais dispositivos móveis para registar a entrada.

Atira-nos com um “Como é que é Porto” e o público feminino, que estava em grande maioria como já é habitual nos concertos dos Carreira, não se coibiu de demonstrar que estava bem, de saúde e a recomendar-se, com mais gritos histéricos. Assim que acabou o terceiro tema do alinhamento deste concerto, Mickael fez questão de nos dizer que terminar a digressão no Porto foi mesmo uma escolha pessoal.

Seguiu-se “Bailando” e aqui foi o delírio total. As pessoas parecia que tinham molas nos pés, que do nada uma espécie de demónio da energia as tinha possuído e bailaram e cantaram com o artista português. Só aqui já tinham sido esgotados alguns das canções de mais sucesso mas não foi por isso que se deixou de fazer a festa.

Ainda houve tempo para uma menina do público subir ao palco, a Joana, que dançou bem juntinho de Mickael. A inveja sentia-se no ar. Muitas das jovens (e não só) dariam tudo para estar no lugar dela até porque, quase no final, ainda pegou na rapariga ao colo e tudo.

Após terminar “Imaginamos”, ele decidiu fazer outra revelação. Será que estávamos no programa de Daniel Oliveira ou é mesmo o povo nortenho que o deixa assim tão à vontade? Bom, parece-me mais que é a segunda hipótese. “Um dia destes vou-me mudar aqui para o Porto”. O quê? Agora é que quase era preciso chamar o INEM (vá vá, estou a exagerar) com as fãs todas de brilhozinho nos olhos, ansiosas para que ele se mude para cá bem mais pertinho delas.

Em “Podem Passar Mil Anos”, chamou ao palco Tânia e Vitor, um casalinho que trocou carinhos e juras de amor enquanto Mickael estava sentado ao lado deles a cantar e a encantar. Seguiu-se uma interpretação acústica de “Rosa Sangue” dos Amor Electro e nada melhor do que ser acompanhado pela amiga e colega Marisa Liz com Tiago sentado ao piano. Foi um dos momentos e maior cumplicidade do concerto.

Esta sexta-feira era um dia especial para o filho mais velho de Tony Carreira: o seu último disco foi lançado, a namorada fazia anos e… foi o dia em que anunciou publicamente que ele e Laura Figueiredo, atriz e apresentadora, vão ser pais. Com as atenções divididas, o público não deixou de se mostrar feliz pela novidade.

Um dos momentos mais românticos da noite, musicalmente falando, foi quando se ouviu a balada que mais bonita que escreveu, segundo o próprio, “Porque Ainda te Amo”. Mickael pediu que as luzes se apagassem que nós iluminássemos o Coliseu com os nossos telemóveis. Somos obedientes e acompanhámos com as nossas “lanternas” ao mesmo tempo que desempenhávamos o papel de coro exemplar sem falhar nenhuma nota, nenhuma letra.

Depois de ter agradecido a presença da família, de ter dado tantas boas notícias, para “Señorita” chamou o irmão ao palco para interpretar este tema com ele e assim, levar o Coliseu ao rubro.

O espetáculo terminou com uma versão de “Bailando” com o início da canção em acústico e depois rebentou, forte no refrão ao mesmo tempo que choviam balões gigantes vermelhos.

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Para acederes à galeria completa clica aqui.


Texto: Mónica Ferreira

Fotografias: Bruno Ferreira

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