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Coliseu celebra Power Metal com Twilight Force, Accept e Sabaton

Power Metal
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Sexta-feira, dia 20, a noite fez-se no Coliseu do Porto com Twilight Force, Accept e Sabaton. Uma noite inteiramente dedicada ao Power Metal mesmo no coração da Invicta.

Eram quase 20h e o Coliseu do Porto ainda estava um pouco às moscas. O público estava nas imediações a fazer tempo para os Sabaton mas isto estava prestes a mudar. Passavam pouco minutos da hora marcada quando os Twilight Force subiram ao palco do Coliseu do Porto para dar início a mais uma maratona de Metal. Os suecos vieram até terras lusas com o seu power metal baseado na fantasia e assim que começaram a tocar atraíram o público todo não deixando ninguém indiferente.

Chrileon, vocalista da banda,  diz que já é habitual nos seus espetáculos fazerem um jogo com os fãs para ver quão alto conseguem cantar mas que na Invicta isso não é muito necessário. Confessa-nos, enquanto percorre a plateia com os olhos, que não estava à espera de ter um público tão dado e empenhado, mas que o desafio mantém-se. “Are you ready?” pergunta-nos e todos os presentes retorquíram com um forte “Yeah” em uníssono e de braços no ar.

Sabem quem é que não faltou à festa? “Nuestros Hermanos”! É verdade, já começa a ser habitual ver gentes do país vizinho nas noites de metalada. Ao fim de quase uma hora de atuaçãom, despedem-se de nós com um “We love you Porto” e com a promessa de cá voltarem novamente.

Muitos dos que lá estavam não conheciam os suecos mas não ficaram indiferentes às suas sonoridades que, a meu ver, são enriquecidas com uma linha de baixo que não se deixa abafar pelas guitarras.

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Depois de um curto intervalo para desmontar e montar novos cenários, chegou a vez dos Accept subirem ao palco do Coliseu. Os ânimos não mudaram nem acalmaram. Com tanta energia em palco era impossível não ficarmos completamente  contagiados e deixar de “abanar o capacete”.

Os alemães vieram até à Invicta mostrar que, apesar dos longos anos de carreira que têm no pêlo, estão aí para as curvas, são homens do show, exibicionistas e que conseguem facilmente levar uma sala bastante bem composta ao rubro.

Apesar de até serem bastante conhecidos do público, as atenções ficaram centradas na maioria das vezes em Wolf Hoffman. Ele é um homem do espetáculo, ele é movido pela música e a guitarra funciona como uma extensão dele próprio.

Mark Tornillo, que dá a voz a estes projeto desde 2009, também esteve bem mas acabou por ficar um pouco ofuscado pela energia dos restantes membros. A nível vocal esteve irrepreensível e também não se cansou de percorrer o palco de uma ponta à outra ao mesmo tempo que cantava para nós quase olhos nos olhos.

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O espetáculo acaba e chegou a vez de se montar o estaminé para os Sabaton, o motivo pelo qual levou uma enchente de pessoas vestidas de negro, de coletes com crachás estampados, e bandeiras de várias zonas do mundo (os Açores também lá estavam!) até a esta nobre sala do Porto.

Tudo começou com uma introdução onde alguns membros vestidos de soldados percorreram o palco do Coliseu ao som de “In The Army Now”, tema dos Status Quo. escusado será dizer que durante todo este processo o público cantou, aplaudiu e gritou. Estavam todos sedentos do power metal do suecos e com “The March to War” a dar o pontapé de saída para “Ghost Division” ao mesmo tempo que cai o pano preto e é descoberto o Tank Drum, um tanque de guerra que tem por hábito marcar presença nos seus espetáculos e dar outro toque aos concerto.

Os Sabaton, nascidos em 1999 e conhecidos pelas suas canções baseadas em guerras históricas, vieram até ao Porto apresentar “The Last Stand”, o seu mais recente disco editado em agosto do ano passado, mas é claro que não ficaram de lado alguns dos temas mais conhecidos do seu repertório.

Os novos temas já estavam bem na ponta da língua dos fãs mas foi com “Resiste and Bite” e “Primo Victoria” que o Coliseu foi à lua e voltou e não parou de saltar, de fazer crowdsurf e de cantar ao lado dos suecos.

 

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A noite de sexta-feira foi sem dúvida inesquecível para todos aqueles que não deixaram de lado a oportunidade de ser bombardeado com o Power Metal apetecível destas três bandas. Para quando uma repetição de uma noite destas?


Texto: Mónica Ferreira

Fotografias: Bruno Ferreira

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