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Cinemateca explora relação de Almada Negreiros com o Cinema

Almada Negreiros
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Em maio a Cinemateca propõe um programa que explora a relação de Almada Negreiros com o Cinema, concebido em articulação com a exposição “José de Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno”, patente no Museu Calouste Gulbenkian.

Artista multidisciplinar e nome crucial das artes portuguesas no século XX, a obra de Almada Negreiros cruza a pintura, o desenho, a escrita, a dança, o teatro, mas também o cinema, ao qual dedica uma extensa obra gráfica, vários ensaios, duas lanternas mágicas desenhadas, participando inclusive num filme como ator (“O Condenado”, 1921, filme perdido de Mário Huguin).

Não se limitando a estas vertentes, o Ciclo “Almada, da Dança das Formas à Imaginação” concentra-se num conjunto de filmes e de relações entre filmes que apontam para diferentes modos de pensar a relação da obra de Almada com o cinema, do mundo efabulatório de Walt Disney, ao trabalho das vanguardas, passando por Chaplin e pela gestualidade de grandes atores ou o universo dos Ballets Russes, pois pensar a relação de Almada com o cinema é antes de mais pensar o cinema enquanto arte por excelência da modernidade, arte do movimento e da metamorfose permanente conotada com a velocidade e com a dança das formas, mas também como arte da imaginação que convoca tantas outras artes.

O programa inaugura com a apresentação de “Almada, Um Nome de Guerra” (terça-feira, dia 16 de maio, 19h), “mixed media” de Ernesto Sousa composto por várias projeções fílmicas e de diapositivos em simultâneo, e termina com um regresso aos primórdios do cinema e a primeira projeção de seis vidros originais para lanterna mágica de Almada concebidos para o espetáculo “La tragedia de Doña Ajada” (1929), recém-descobertos.

Títulos do ciclo “Almada, da Dança das Formas à Imaginação”

ALMADA, UM NOME DE GUERRA, de Ernesto de Sousa
LE BALLET MÉCANIQUE, de Fernand Léger
THE CIRCUS, de Charles Chaplin
THE THIEF OF BAGDAD, de Raoul Walsh
THE RED SHOES, de Michael Powell, Emeric Pressburger
RITMI DI STAZIONI, IMPRESSIONI DI VITA N.1, de Corrado D’Errico
DOURO FAINA FLUVIAL, de Manoel de Oliveira
BERLIN, DIE SYMPHONIE DER GROSSTADT, de Walter Ruttmann
LICHTSPIEL OPUS I, II, III, IV, de Walter Ruttmann
RHYTHMUS 23, de Hans Richter
SYMPHONIE DIAGONALE, de Viking Eggeling

Silly Symphonies de Walt Disney:

MUSIC LAND, de Wilfred Jackson
THE COUTRY COUSIN, de David Hand
THE OLD MILL, de Wilfred Jackson
DANSE SERPENTINE, de Louis Lumière
ENTRA’CTE, de René Clair
ARABESQUES / ÉTUDE CINÉGRAPHIQUE SUR UNE ARABESQUE, de Germaine Dulac
L’HIPPOCAMPE, de Jean Painlevé
LA VILLA SANTO SOSPIR, de Jean Cocteau
LA FÊTE ESPAGNOLE, de Germaine Dulac
THE KISS, de Jacques Feyder
OS VERDES ANOS, de Paulo Rocha
ALMADA NEGREIROS, VIVO, HOJE, POR ANTÓNIO DE MACEDO, de António de Macedo
ENTREVISTA AO ZIP-ZIP
SWK4, de Edgar Pêra

Projeção de vidros de Almada com lanterna mágica

LA LANTERNE MAGIQUE, de Georges Méliès
DIE ABENTEUER DES PRINZ ACHMED, de Lotte Reiniger, Carl Koch
O NAUFRÁGIO DA ÍNSUA, de José de Almada Negreiros

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