Este sábado, Carlão, ex-Da Weasel, subiu ao palco montado nas Fontainhas para apresentar o seu primeiro disco em nome próprio intitulado “Quarenta”, lançado em finais de Março e marcar assim o início das festividades do São João na cidade Invicta.

Passavam largos minutos da hora marcada quando Carlos Nobre subiu ao palco ao som de “Intro (Quarenta)“, que de forma simples e carinhosa dedica e explica este primeiro disco. Seguiu-se “Entre o Céu e a Terra“, segundo single do álbum e com teaser do teledisco já disponível no canal do Youtube do cantor.

Desde logo que as centenas de pessoas que ali estavam começaram a manifestar o seu apreço pelo cantor e a sua ânsia para ouvirem o single de estreia “Os Tais” mas, não estava para breve.

Não Esperes por Mim“, “Comité Central“, “Topo do Mundo“, “Jam Glue“, “Um Minuto” foram as canções que antecederam o tão esperado tema de lançamento deste disco: “Os Tais“. Com uma primeira fila repleta de “diamantes” e os seus respetivos “produtores”, que não passaram despercebidos a Carlão.

Com Bruno Ribeiro, ex-concorrente de um programa da estação de Queluz, Dj Glue e Gil Pulido sempre ao seu lado, segue-se “Nuvens“, um tema que conta com a participação de Dino d’Santiago na versão original e “Medley 5-30“.

Com Portugal a atravessar momentos difíceis, em plena Era de crise, com a corrupção a vir à “tona de água”, Carlão mostra a sua revolta com “Colarinho Branco“, uma canção feita para todos nós, ou como alguém entoou lá do público, “para o povo” seguida de “Nós“.

Kriola“, um hino à mulher africana, é o tema escolhido para fechar este concerto relâmpago. Uma canção que conta com a voz de Sara Tavares mas que, tal como Dino d’Santiago, não esteve presente na cidade do Porto.

O espetáculo termina com “Os Tais” novamente, mas desta vez o rapper desce do palco e vai em direcção ao público onde põe o microfone para que estes se façam soar nas Fontainhas numa só voz e foi caso para dizer que a missão foi bem sucedida.

Um concerto um tanto ou quanto rápido, não houvesse apenas (ainda) um disco que nos deu a conhecer o hip-hop de Carlos Nobre, onde nos mostra grandes influências do hip-hop americano mas num rap que só ele sabe fazer.

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