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ÁTOA: ‘Temos umas coisinhas na manga para o futuro’

ÁTOA
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Os ÁTOA estão quase a comemorar um ano desde o lançamento do primeiro single “Falar a Dois”, e preparam-se agora para dar início à sua primeira digressão, #viverÁTOA.

Os ÁTOA estão prestes a entrar em digressão pelo país e o Mário esteve à conversa com o Palco das Artes para sabermos mais sobre os próximos passos da banda.

Para começar, e em apenas uma palavra, quem são os ÁTOA? Mário

Irreverentes. Porque somos bastante novos, começámos nisto há pouco tempo, sabemos aquilo que queremos, seja em qualquer assunto e estamos a tentar revolucionar aquilo que é a musica portuguesa.

Como é que surgiram os ÁTOA?

Os ÁTOA surgiram de um grupo de amigos, que tinham gosto em tocar juntos, em fazer brincadeiras musicais. Depois tivemos a feliz ideia de nos inscrevermos numa plataforma online a Tradiio, chegámos até à Universal Music Portugal e que nos levou até onde estamos hoje.

Vocês ganharam um concurso da Universal Music Portugal e, em menos de nada, estavam a abrir o concerto de Jessie J no MEO Arena. Sentiram que era uma grande responsabilidade? Qual foi a sensação de estar a abrir um concerto de uma artista internacional como a Jessie J?

Sentimos uma enorme responsabilidade e alegria. Para já estávamos a ser convidados para abrir uma artista com uma qualidade extraordinária e sentimos que nos estavam a dar a oportunidade mostrarmos que tínhamos qualidade. Foi das melhores coisas que fizemos até os dias de hoje.

Está quase a fazer um ano que vocês lançaram “Falar a dois”, o vosso single de estreia. Como foi ouvirem pela primeira vez a vossas canções nas rádios?

Foi engraçado. A primeira vez que a ouvimos todos juntos na rádio, estávamos a ir para um concerto, a música começou a dar na rádio, nós nem estávamos muito à espera e abrimos as janelas e começámos a cantar em plenos pulmões, parecíamos que estávamos a festejar um campeonato ganho por uma equipa qualquer,  estávamos bastante eufóricos.

“Falar a Dois” e “Pouco de Sol”, são dois temas que fazem parte das telenovelas “Coração D’Ouro” e “Poderosas”, respetivamente. Qual a sensação de verem o vosso trabalho em grandes produções nacionais?

É um orgulho porque desde pequenos que ouvimos as músicas da novelas e associávamos grandes artistas às novelas muito importantes. As músicas que passavam nas novelas, nós decorávamos e cantávamos, as nossas mães sabiam e as nossas avós também. Saber que estamos a passar onde nós imaginávamos estar, e saber que temos a oportunidade de ser a banda sonora de certas cenas que tocam as pessoas é uma grande honra. Que mais podíamos pedir nós?!

“Idade dos Inquietos”, o vosso primeiro disco, foi lançado em novembro do ano passado. Como está a ser a adesão do público?

Está a ser como todos os CDs. Hoje em dia  um CD vale aquilo que vale.O os singles estão a ser muito melhor aceites que o CD, mas ficámos bastante contentes porque já há músicas que as pessoas vão conhecendo para além dos concertos, que as pessoas se vão pronunciando sobre as mesmas para além dos singles e gostaram bastante toda a imagem do CD, do conceito. Está a ter uma aceitação boa.

O vosso sucesso é notório. Como foi passar do anonimato à fama em tão pouco tempo?

Nem nós nos apercebemos bem disso. Começámos a reparar que as pessoas sabiam as nossas músicas, que algumas revistas tinham alguns artigos nossos, que as rádios passavam as nossas músicas e as pessoas já conheciam as nossas caras. Nós nem nos apercebemos bem dessa transição, foi de repente temos o que é chamado a fama. Foi uma aceitação até bastante fácil até porque as pessoas nos associam àquilo que nós fazemos: à música. Tem piada as pessoas saberem quem nós somos e nos associarem à nossa banda, que é a nossa vida.

Projetos para o futuro, já há? Qual vai ser o vosso próximo passo?

Temos umas coisinhas na manga, umas surpresas, mas não posso adiantar muito mais. As pessoas podem esperar uns ÁTOA mais groove, mais engraçados, mais “frescos”, com um arzinho de verão, ainda que possa não ser lançado nada no verão.

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