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Arch Enemy enlouquecem Hard Club

Arch Enemy enlouquecem Hard Club
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Os Arch Enemy invadiram ontem a Sala 1 do Hard Club (Porto) para apresentarem o seu décimo disco “War Eternal”, lançado em junho do ano passado. Com Alissa White-Gluz, antiga vocalista de The Agonist a suceder Angela Gossow, todo o público estava ansioso por ver a prestação desta nova vocalista ao vivo.

Com um público sedento do death metal melódico tão característico de Arch Enemy, mal soaram os primeiros acordes da intro “Khaos Overture” (2011), a imensidão de gente que assistia começou a vibrar, loucos e aos gritos, ansiosos pela entrada de Alissa em palco.

“Yesterday is Gonne” (2011) deu as boas-vindas à banda, que entrou de rompante em palco. Com uma postura soberba e uma voz poderosa, Alissa possuiu o palco e logo começaram as tentativas de assalto ao palco por parte do público. Desengane-se quem pensa que apenas as primeiras filas estavam ao rubro, até porque houveram alguns corajosos que se lançaram nos braços e ombros alheios, tudo numa tentativa de contato com a vocalista.

Seguiu-se “Burning Angel”, canção do quarto disco da banda intitulado “Wages of Sin” (2001) mas o primeiro de Angela Gossow, e “War Eternal” que dá nome ao último álbum dos Arch Enemy.

Alissa encarou de frente o público, puxou por eles, exigindo-lhes uma energia “non-stop” que ela própria emanava, assim como os restantes membros da banda que raramente assumiram uma só posição no palco.

Como era a apresentação deste novo álbum, não podia faltar “You Will Know My Name” – que de facto todos sabiam -, “As The Pages Burn”, “Avalanche” e “No More Regrets”, canções antecedidas por “Ravenous” e “Stolen Life” e “My Apocalypse”. No meio destes hits do último álbum da banda sueca, pôde-se ainda ouvir “Bloodstrained Cross” e “Taking Back My Soul”.

A cor predominante no público era o preto e o vermelho: preto nas roupas (quase que obrigatório neste género de concertos) e vermelho nos cabelos de algum público feminino.

O concerto estava na reta final, as dores no pescoço já eram grandes mas ainda suportáveis, afinal já lá ia quase uma hora de concerto.

A banda sueca fecha para o encore com “We Will Rise” mas antes disso, e porque era um dia especial, Alissa conta ao público – já quase todos tinham conhecimento – que o baterista, Daniel Erlandsson, estava de parabéns, afinal de contas era o dia do seu 21º aniversário, brincou a cantora.

Todos cantavam em uníssono, aos saltos, aos berros e congratulam novamente a banda com aplausos. Após uma curta pausa, ouve-se “Tempere Nihil Sanat (Prelude in F Minor)”, intro do último disco, seguida de “Never Forgive, Never Forget”, Snow Bound” e acabaram em grande este segundo concerto de 2015 em Portugal com “Nemesis”.

O público estava extasiado, completamente satisfeito com a prestação de Alissa, que superou todas as expectativas, e de toda a banda.

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