O segundo dia do MEO Marés Vivas abriu com o espetáculo dos Amor Electro no palco principal. Energia foi coisa que não faltou nem à banda nem à Praia do Cabedelo.

Marisa Liz e a sua banda inauguraram as andanças pelo Palco MEO este sábado na Praia do Cabedelo. O concerto arrancou com um “Viva à música portuguesa!” por parte da volcalista do grupo português.

Com um alinhamento composto por apenas por oito canções escolhidas a dedo para não deixar os festivaleiros pararem nem por um segundo. O espetáculo começou com um “Adeus Tristeza” e rapidamente o MEO Marés Vivas virou “A Nossa Casa” para “Só é Fogo se Queimar” arrancar a primeira ovação emotiva do final de tarde.

Durante todo o concerto, Marisa Liz não parou, tomou este palco como seu e deu ao público o seu rock que agitou bastante as marés. Quem também fez parte da festa foi “Mar Salgado”, tema da novela portuguesa com o mesmo nome, e a plateia cantou-o numa só voz. Foi bonito. Aliás, os espetáculos dos Amor Electro são sempre assim e fazem-nos relembrar que “Juntos Somos Mais Fortes”. Este tema já serviu de hino para várias causas, desde o futebol (a nossa rica seleção) até à mais recente tragédia em Pedrógão Grande que juntou vários artistas portugueses num concerto no MEO Arena para angariar fundos para as vítimas.

A união é algo que está sempre presente na banda, quer entre eles quer entre eles e nós, pelo que a dada altura a vocalista pede-nos que déssemos as mãos ao vizinho do lado, mesmo que para nós fosse um completo estranho.

Para o final ficaram guardados temas como “Forma Cardos” que deu origem a um abraço entre Marisa e Tiago Pais Dias para depois dar por encerrada a atuação com “A Máquina”. Os Amor Electro vieram ao MEO Marés Vivas provar que ainda o que é nacional é bom e deve ser uma das primeiras apostas sempre.

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Texto: Mónica Ferreira
Fotografias: Bruno Ferreira

 

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